Sucre – qué decir?
Zero week passou sem maiores malestares pela altitude. Uma dor de cabeça que só se noticiava pelo silêncio e cansaço.
Um vôo rápido por área montanhosa (la cordillera) me trouxe a la cálida Sucre. Comprar jornal e ir almoçar na Recoleta, uma da partes altas da cidade – depois descobri que a igreja de lá é uma das muitas que fazem uma cadeia lógica para os loquitos (o sea, los sucrenses)… e em parte é uma cadeia subterrânea, com túneis que interligam igrejas, mas também algumas casas, aha! Também visitamos o Parque Bolivar no extremo oposto da Recoleta.
Nosso hotel está a uma quadra da praça principal, no casco viejo, e foi minha casa por uma semana até que os classificados me levaram a uma boa casa para persona sola o matrimonio sin hijos. Na primeira noite um jantar com outra cooperante, no café da Aliança Francesa – e um vino da casa, boliviano, e riquísimo.
Domingo: a melhor dica: seguir usando converses, que os lustrabotas não te darão ni pelota. Joy Ride is a must here: café, bar, restaurante, boliche (disco). Tanto sol em toda uma semana de frio, resultó em uma marquinha…dica 2: use protetor solar, o meu é 55 agora.
Na semana comecei a trabalhar e fiz um minitour por outros restaurantes (e por casas en alquiler). Foi uma semana curta, com recém fundado feriado no dia 22 de janeiro, e fomos a bailar (en Joy Ride), depois de unos tragos em Florin. Tudo isso a uma quadra da praça principal, que por estes tempos de carnaval são tomadas por pandillas atirando balões com água, por doquier en toda la gente (y autos).
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de janeiro/enero