Zero Week at La Paz

17jan10

Bairro:  Sopocachi. Fiquei cerca a um mirador (justo allí detrás del montículo se decían alos que preguntaban por la ubicación de mi casita), em cujo parque há uma homenagem a desaparecidos políticos com seus rostos pintados e nomes identificados – conveniência ou cincidência que mesmo estando pela primeira vez no país, me deparo com o tema que mais me tem atraído como pesquisadora… Alí também tem um muro de esculturas de ferro, pintadas em branco – um conjunto harmonioso com o parquecito de la memoria (así lo nombro yo).  Do alto do mirador se avista la Muella del Diablo, uma formação rochosa que se pode visitar tendo meio dia livre para chegar ali e recorrer.

Em otro sentido desde minha casita temporaria está la Plaza Avaroa, por onde passei depois de um recorrido rápido pelo mercado municipal, um dia de domingo, mais dedicado às famílias e portanto vazio. Desde esta praça baixei caminhado pela Av.  20 de Octubre (onde está a casao coletivo Mujeres Creando), até a Av. Arce, onde subi a um minibus que me levou ao Padro. O passeio ali foi à Plaza Murillo, onde estão o palácio de governo e outras predios importantes que em geral se encontram ao redor de uma praça principal na maioria das capitais latino-americanas que eu já tenha visitado. Dali pasamos por una rua de museos onde também funciona uma feirinha. Cruzando a uma passarela (desde onde se pode ver El Alto), cheguei à Plaza San Francisco, onde está uma igreja com o mesmo nome. Então passei por umas quadras com restaurantes e tendas – minha chefe, inglesa, me disse que ali era a rua dos gringos.

Desde ali voltei caminhando, e neste novo recorrido passei pelo Museu de Arte Contemporáneo Plaza. com obra de artistas bolivianos muito interessantes. Quase foi possível ver o Illimani, encoberto parcialmente por nuvens – é que a tarde ensolarada logo se fechou, e choveu granizo.

Seguido al parque do Mirador está la Plaza España, caminho mais rápido a meu trabalho, ainda que isso não signifique pular as ladeiras que vuelven a uno sin aliento en la altura de La Paz.  Uff. Tive várias charlas na oficina, e ocasionalmente tambem visitei a oficina de outras organizações ou pessoas que são referentes em Bolivia no tema que irei trabalha com o projeto.

Um vegetariano pode sair-se bem aqui, tem muitos restaurantes vegetarianos ou acessíveis.  O Namaste por exemplo está em São Pedro, ali perto tem a Colonia Penal que antes se visitava com guia dos mesmos presos. Este passeio e outros (ao Valle de la Luna, por exemplo) eu não fiz, mas ficou a boa impressão sobre La Paz, como para voltar e terminar de conhecer.

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