mulher invisível e duas garotas caladas

17jun11

Escritor sem histórias, narrador da pesonagem de autores mortos – suposição para a inatividade no ofício…talvez burlando a morte que lhe tocaria a alguém, recolheram suas mãos e me deixaram sem tom, com uma insana agonizante que se resigna em desaparecer – mulher invisível, das meias metempsicoses que assim não terminavam entre as conversas sobre virgens loucas de esposos infernais e cavaleiros loucos lutando contra moinhos gigantes. Uma se foi à África e a outra desapareceu n’A Loca. Reinventou-se, terminando a USP e se mudando pro Canadá. Suposições. Não houve qualque viagem à África, umas tentativas de mudar o mundo, resultando em mudar daqui, muidando muito pouco em dez anos. Ainda cruzar as pernas e pretender uma cara de santa compadecida, mas nua também nos olhos. Vai aprendendo a usar óculos escuros, junta as palmas das mãos em reverência e até tem sorrisos de olhos brilhates abrindo as mãos para soprar um beijo que pousa primeiro aí. E então a garota que me tocou com sono e sonho, terminando meu cigarro. Dormi 4 anos. Amores importantes aconteceram no intervalo e alguns exageros também, mas tudo calmo seguindo os picos intensos. Haverá um filho? A noite passada sonhei com o nome Maxime e pedia para lembrar quem era e qual sexo. Pensava que escrever era aquele desvario, falta de lugares comuns dentro de lugares comuns.

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